
Não é correto exigir mais do novo Milan, que perdeu demais e não repôs em nada. Depender dos gols de Borriello ou da genialidade de Ronaldinho Gaúcho não significa ser constante e a equipe ainda sente o amargo do mercado, quando não investiu para trazer Luís Fabiano ou Dzeko, e ficou com Huntelaar.
Em Appiano Gentile, o tão competente José Mourinho não é capaz de fazer a Internazionale se sentir confiante para os jogos internacionais. A equipe que empilha vitórias na Serie A há pelo menos três temporadas não tem personalidade nenhuma para enfrentar os rivais: o jogo final contra o Rubin Kazan é vencer ou vencer, como em Kiev há duas rodadas. É verdade que o problema parece psicológico, mas há tempo para mudar tudo tão rapidamente e brigar pelo título? Difícil.
Nesse cenário, melhor para a Fiorentina, o grande italiano desta LC, com 12 pontos em cinco jogos no grupo do Liverpool e do Lyon. Um palpite? Mais uma temporada sem um clube da Bota entre os quatro da Europa.



