segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Os líderes e os gols no apagar das luzes



Os torcedores mais pessimistas já haviam ido embora, mas Leonardo, Gum e Bruno Mendes mudaram os rumos da 30ª rodada do Campeonato Brasileiro com gols marcados quando as luzes já estavam perto de apagar no Estádio Independência, em São Januário e no Estádio Olímpico. O Atlético-MG ainda se permite o sonho do título brasileiro, o Fluminense respira confortável com vantagem de nove pontos e o Grêmio já joga a toalha na luta pela ponta. Sinais de que a partida de futebol, de fato, só termina quando acaba. 

Ironia do destino para o imortal Grêmio, que é justamente  a equipe que mais marcou após os 40 minutos do segundo tempo: em 30 rodadas, foram sete gols na reta final. Alguns decisivos, como o de André Lima diante do São Paulo no Morumbi. Ou os de Souza e Marcelo Moreno que garantiram vitória contra o Bahia, há 16 rodadas. Imperdoável o cochilo na frente do impetuoso jovem Bruno Mendes, ex-Guarani, reforço que chega tarde para o Botafogo. O gol de Bruno custou dois pontos para os gremistas. 

A exemplo de Bahia, Corinthians e Náutico, a dupla de líderes do Campeonato Brasileiro também chegou a seis gols após os 40 minutos na edição 2012. O Atlético-MG subiu nesse ranking graças a Leonardo, que contou com uma açucarada assistência do raçudo Bernard aos 46min. Gols no  fim, de fato, marcam a trajetória atleticana, iniciada no Brasileiro com gol de Escudero, no apagar das luzes contra a Ponte Preta, e triunfo por 1 a 0. Por sinal, ninguém faz tantos gols assim como o argentino, que também marcou contra Náutico (aos 47 min) e Inter (aos 46 min). 

Para empatar com a Ponte Preta, o time de guerreiros tricolores teve o trágico auxílio de Nielson  Nogueira Dias e um pênalti vergonhoso, mas a virada justificou o apelido aos valentes jogadores do Fluminense. Gum fez de cabeça aos 42min, o que também foi o sexto gol do Flu na reta final das partidas desta Série A. Contra a própria Ponte, há um turno em Campinas, Fred virou aos 45min e decretou uma idêntica vitória por 2 a 1. 

Ninguém neste Brasileiro sabe tão bem quanto o pontepretano que não se deve deixar o estádio antes do apito final. A Ponte sofreu incríveis 11 gols após os 40min do segundo tempo. Sem eles, seria a sexta colocada. Com eles, é o time que mais cai de rendimento desde que perdeu Gílson Kleina. Menos mal que o Brasileiro parece quase definido, com Fluminense campeão e Palmeiras na Série B. Mas espere tudo acabar. É uma boa lição deste domingo. 

Crédito foto: Dhavid Normando - Photocamera

Publicado no blog do Mauro Beting

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Kaká para os garotos


Quase nunca deram certo, para Kaká, as tentativas de encaixá-lo à função de ponta. Nenhuma delas foi contra um adversário tão fraco quanto o Iraque de Zico, vencido por 6 a 0 pelo Brasil de Mano Menezes nesta tarde de quinta-feira. O que importa é que o personagem do jogo – sem o peso da camisa 10 que cai redonda em Oscar – foi muito bem, obrigado.  Aberto pela esquerda, livre para se mexer e com boas companhias, Kaká deu uma sinalização inicial de que ainda pode oferecer peso à seleção brasileira.

Com a camisa 8 que o acompanhou em vários grandes momentos da carreira, se mostrou disposto para se adaptar ao novo papel. Buscou o jogo por dentro, fez jogadas de flanco e acertou duas boas finalizações de esquerda – na segunda delas, ampliou o placar em Malmö. A explosão que lhe transformou em maior do mundo, é provável, ele nunca mais deve ter. Mesmo sem ser tão fantástico quanto no passado, como costuma lembrar Mano, jogadores como Kaká ainda podem acrescentar bastante. E o Brasil precisa encontrar algum desses.

Pela experiência de quem tem três Copas do Mundo no currículo e 28 gols pelo Brasil, de quem impõe respeito ao marcador rival, de quem pode tirar soluções contra defesas mais fechadas e adversários mais compactos. Kaká sabe o que é um vestiário de Seleção, sabe o que é ser vaiado e não dar bola e ainda tem poder de definição. Seria melhor ter mais minutos em outro clube além do Real Madrid, onde Özil, Di María e agora Modric estão hoje um patamar acima. Mas não dá mais para esperar tanto por isso…

Entre boas indicações e alguns descartes, a Olimpíada deixou claro no ar o quanto a cobrança pela medalha de ouro atrapalhou o time brasileiro, o que faz Mano apressar a busca por nomes mais experientes à equipe. Casos de Diego Alves, Paulinho, Ramires e Hulk, ainda que sem uma Copa do Mundo nas costas. Robinho é reserva no Milan e Ronaldinho já teve sua chance.  O momento é de pensar mesmo mais em Kaká, que começou 2012 em alto nível e teve um fim de temporada ruim.

Passada a sequência de adversários fraquíssimos, o Brasil de Mano mira Japão e Colômbia, um degrau acima, e começará 2013 diante da Inglaterra, em Wembley. Uma estrutura de time, enfim, parece se formar. Seja ponta ou na meia, Kaká pode conquistar seu espaço. Ainda há vagas.

* Publicado no blog do Mauro Beting

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A superação do melhor goleiro do Brasileiro



Superar as dores depois de pancada involuntária de Vagner Love no clássico Fla-Flu não foi lá grande problema para o melhor goleiro do Campeonato Brasileiro 2012. Diego Cavalieri, herói do domingo, está acostumado a superações. São a sua marca, na verdade. Desde o Palmeiras, quando superou anos de espera para ser titular, foi à Seleção e depois, pela sombra do craque-bandeira Marcos, voltou à reserva mesmo sem jogar mal. E aí continuou...

Diego foi para a Inglaterra atrás do sonho de brilhar na Europa, mas encontrou outro craque-bandeira de também poucos cabelos e grandes defesas. Pep Reina jamais concedeu espaço a Cavalieri. No fim da janela, buscou a sorte no Cesena, por empréstimo, mas o banco de reservas aguardava por ele mais uma vez. Antonioli começou o Italiano como titular, fechou o gol e fechou as portas para o brasileiro. Diego Cavalieri era o maior investimento do modesto time que virou sensação, mas não jogou. 

Mais provações para Diego na chegada ao Fluminense, naturalmente marcada por falhas de quem não jogava partidas em sequência havia tantos anos. Ricardo Berna, longe de ser um Marcos, um Reina, voltou à meta empurrado pelos vacilos de Diego e pelo moral que tem no vestiário tricolor. Mas Diego Cavalieri se superou para ser, enfim, o número 1 incontestável. Ninguém há de contestar seu Campeonato Brasileiro de 2012. 

Os números Footstats dão o tom: melhor defesa da competição, o Flu é curiosamente o terceiro time que mais exige de seu goleiro. Diego Cavalieri, com 3,9 defesas em média após 25 partidas, tem os melhores números da posição. É responsável direto pela liderança cada vez mais consolidada.

Foi assim diante de um Flamengo louco por vitória e que ficou louco com tantas defesas. Diego barrou Ibson em lance decisivo, parou pênalti de Bottinelli e cabeçada à queima-roupa de Nixon. Em dia de nova assistência de Deco e outro gol de Fred, Diego Cavalieri foi quem mais se superou. Também foi quem mais brilhou.


Crédito da foto: Dhavid Normando - Photocamera

Postado no blog do Mauro Beting

sábado, 29 de setembro de 2012

Raça, Love e paixão*



Os jogos remarcados marcaram aquele Campeonato Brasileiro 2007. Entre agosto e setembro, o Flamengo teve de jogar 15 vezes e iniciou uma impressionante arrancada que começou próxima da zona do rebaixamento e terminou com a vaga na Copa Libertadores. Com grandes defesas de Bruno (pois é), a liderança de Fábio Luciano, os apoios de Léo Moura e Juan, os gols de Souza e a bola redonda de Ibson. O comando salvador de Joel Santana. Com o Maracanã, aliado de todas as horas. Com o marcante "raça, amor e paixão, oh meu Mengo". 

A noite da última quarta-feira fez lembrar 2007 no Rio de Janeiro. Era o Engenhão, mas o canto que surgiu há cinco anos ainda estava ali em jogo remarcado. Dorival Júnior, a exemplo de Joel, teve um início difícil mas parece ter achado a mão. Contra um Atlético-MG que quase sempre traz boas vibrações, o Flamengo se fortaleceu, marcou de maneira impressionante e jogou de forma coletiva, ainda que nem tão organizada. Com a fibra e a concentração dos gringos Cáceres e González, a presença de espírito de Liedson, Léo Moura na meia esquerda, o corredor Wellington Silva e até um novo Cléber Santana depois de nove meses redentores com o Avaí. 

Mas nada comparável a Vagner Love. Intenso, solidário, desta vez preciso e, principalmente, decisivo. Homem de 23 gols na temporada, de 25 jogos em 26 rodadas do Brasileiro e que joga pelo time, por ele e pela torcida. Que viveu, com a Seleção no Maracanã, nas Eliminatórias, momentos difíceis. Mas que, apesar do passado na base do Vasco, nasceu para vestir rubro-negro e ainda tem muito a dar pelos rubro-negros. 

A reação parece ter chegado tarde demais, mas o flamenguista tem o direito de sonhar como sonhou e realizou em 2007. A 10 pontos da quarta posição e com 12 rodadas por fazer, jogar a Libertadores 2013 parece algo muito distante. Mas é um Brasileiro que parece ter apenas três equipes, com Fluminense, Atlético-MG e Grêmio. Quem sabe o Fla, da raça, da paixão e de Love, seja o quarto. A vaga está aberta.

Foto: Alexandre Loureiro - Vipcomm

Publicado no Blag do Mauro Beting

Do Olheiros: Santos e a forçada de barra com Gabigol


Entrevistas, fotógrafo e multa rescisória superior a R$ 100 milhões apenas para chamar a atenção. Tudo isso para que Gabriel Barbosa, o Gabigol, assinasse o primeiro contrato profissional, aos 16 anos, na tarde desta terça-feira. Nem mesmo funcionários importantes da base do Santos, e que convivem diariamente com Gabriel há anos, concordam com a atitude da direção santista. 

Como em outros momentos, o Santos tenta pautar parte da mídia diante de uma fase bastante ruim do ponto de vista administrativo. O elenco profissional se desfez como cabana na areia desde a queda na Copa Libertadores, o time sequer atinge o top 10 do Campeonato Brasileiro e o caríssimo Muricy Ramalho tem duas vitórias sem Neymar na competição. E ainda tinha o caso Ganso...

Com ações que vão de encontro à ética, a direção santista tentou até onde pôde e conseguiu transferir a Paulo Henrique Ganso todo o ônus da transferência para o São Paulo. A obsessão de transmitir à torcida que Ganso desejava sair só foi completada quando ele próprio, contra a parede, pediu para deixar a Vila Belmiro na última quinta. E aí surge Gabigol. 

Diante de investida fortíssima do São Paulo para também contratá-lo, o Santos contrariou até uma própria política para manter Gabriel Barbosa, que agora tem 40% de seus direitos econômicos. Há não muito tempo, vale lembrar, a direção santista publicou matérias em que se vangloriava de ter 70 ou 80% dos direitos de todos os jogadores da base. De Gabigol, tem 60%. 

O diagnóstico interno, de quem convive com Gabriel no dia a dia, também é de que o jogador foi superestimado – ou mesmo usado como remédio contra a crise - pela diretoria. As informações dão conta de um possível ótimo jogador, quem sabe grande. Mas nada que justifique tanta badalação por conta da assinatura de um contrato. Nada a ponto de ser a “next big thing” do futebol brasileiro. 

Mesmo após ser a principal figura no título da Copa Brasil Sub-15 no início do último ano, Gabriel Barbosa foi deixado de lado e teve pouco espaço nas convocações de Marquinhos Santos para a seleção brasileira. Não foi ao Sul-Americano da categoria e, na transição infantil-juvenil, na Vila Belmiro, teve muitas dificuldades. Chegou a sentar no banco de reservas. 

O diagnóstico da comissão técnica santista, que também havia trabalhado com ele na categoria sub-15, era de que Gabriel não teria grandes chances de virar um jogador de ponta caso continuasse a jogar como meia. A falta de uma leitura de jogo qualificada e capacidade de organização foram razões para que Gabigol virasse atacante em 2012. Com força física e grande poder de definição, ele é internamente comparado a Hulk, e não a Neymar. Subiu de produção novamente. 

O caso de Gabriel remete a outros em que a direção santista tenta proclamar seus talentos da base, que não são poucos, como se eles fossem colhidos em árvores plantadas na Rua Princesa Isabel, bem diante da Vila Belmiro. O mesmo Santos, vale lembrar, que perdeu dois titulares importantes de sua geração /96 – um deles para o São Paulo - e ainda dispensou o terceiro por grandes suspeitas sobre sua documentação.


Foto: Bruno Giufrida - Santos FC

sábado, 22 de setembro de 2012

Ganso é 8


Meu pai é do tempo que camisa 8 é uma coisa e o 10 é outra. E isso me ensinou cedo. Entender que são funções que se completam exige uma volta no tempo, ao 4-2-4. Um volante, um armador (número 8), dois pontas, um ponta de lança (número 10) e um centroavante. É diferente como Didi e Pelé, como Dudu e Ademir da Guia. Em fase de transformações profundas, Paulo Henrique Ganso tentará se redescobrir no Morumbi com um número diferente às costas.

Definido como camisa 8, buscará o futebol que as lesões, as desavenças e as teimosias dele levaram na Vila Belmiro. Com as presenças de Jadson, Lucas e Luís Fabiano como elementos praticamente indispensáveis, Ganso deve mesmo, e cada vez mais, ser mais 8 que 10. É assim que ele gosta, inclusive.

Muricy Ramalho, em uma de suas frases feitas, dizia querer Ganso sempre na área, para finalizar e definir. Como camisa 10. Ganso prefere armar o jogo mais distante, encontrar o passe perfeito na intermediária ofensiva e, assim, também não ter de retornar tanto para fechar os espaços. Ganso prefere ser o 8.

No Morumbi, o melhor passador do futebol brasileiro tentará fazer passar também as incertezas que ele próprio deixou surgir desde sua fatídica lesão no Estádio Olímpico naquele fim de agosto, há dois anos. A transferência de R$ 23 milhões só aconteceu porque Ganso, enfim, se posicionou. Disse não à tardia boa oferta do Santos. Disse não ao Grêmio. Disse sim ao São Paulo. Disse “quero partir” aos santistas. Resta dizer “quero ser novamente um craque”. Um craque de camisa 8 e de futebol nota 10 que meu pai e toda sua geração sentem saudades.

* Publicado no blog do Mauro Beting

Crédito da foto: site oficial do São Paulo

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Do Olheiros: São Paulo contrata em atacado

Deu a louca em Cotia
Insatisfeito com times sub-20 e sub-17, São Paulo contrata mais de 10 reforços para a base

Até bem pouco tempo, o São Paulo se dizia um clube de exceção à regra que domina as divisões de base do Brasil: “enquanto os outros contratam aos 16, 17 e até 18 anos, nós formamos desde os 14”, afirmava a direção de Cotia, orgulhosa de sua formação e de seu processo de captação com escolinhas conveniadas pelo país. Nos últimos dias, depois de capitalizar o terceiro fracasso em grandes competições no ano, o clube radicalizou.

Segundo contabilidade do Olheiros em monitoramento do BID, na CBF, são 14 reforços confirmados de jogadores que chegam com idade para a próxima Copinha. Os mais badalados atuam no meio-campo: Robertinho, volante /96 ex-Vitória e que deixou o Santos recentemente, e Lucas Evangelista (foto), um dos três provenientes do Desportivo Brasil. Até a categoria sub-15, Lucas jogava pelo próprio São Paulo.

Há razões bastante claras para a investida voraz dos são-paulinos ao mercado da base: com João Schmidt, Rodrigo Caio, Lucas Farias, Luiz Eduardo, Henrique Miranda e Ademílson entre os profissionais, além da negociação de Lucas Piazon com o Chelsea, pouco restou de qualidade às gerações /93, /94 e /95. “Quem tem potencial, não está comprometido. Quem está comprometido, não tem qualidade”, disse à coluna uma das lideranças em Cotia.

Ciente das fraquezas, René Simões destacou quatro observadores para fazer uma varredura na última Taça BH. Vários dos nomes contratados provêm desse monitoramento: Victor Juffo e Tiago Moura, da linha ofensiva do Rio Branco-ES, foram responsáveis pelo maior vexame são-paulino, batido por 2 a 0 diante da equipe capixaba. Do Guarani também chegam a Cotia o volante Eduardo e o atacante Adelino, que pegaram os são-paulinos em Minas. Adelino, aliás, era desejo antigo do São Paulo e assinou o vínculo mais longo, até 2017.

Na sequência de Fábio Lima, que pertencia ao Icasa e veio para os juniores via Atlético-GO em julho, a direção de Cotia ainda buscou o meia e lateral Bismarck. Da Bahia, chegam Joelton, meia que também já atuou no Cruzeiro, e Gustavo Nunes, goleiro. Do rival Palmeiras, o zagueiro Guilherme Almeida, titular na última Copa São Paulo. O arrastão são-paulino ainda contou com a formalização de parceria com a Traffic.

Do Desportivo Brasil chegam o zagueiro Diego Carlos e o lateral e volante Daniel Chula, que também participaram da última Copa São Paulo. E ainda retorna Lucas Evangelista, o negócio mais badalado: meio-campista de grande técnica, joga de armador ou volante, fez estágio no Manchester United e tem uma perna esquerda rara. Seu contrato é de dois anos e tem potencial de seleção brasileira.

Caçula da lista, o /96 Robertinho chegou do Santos há poucos dias depois de se recusar a assinar o contrato profissional. Foi mais um jogador do time campeão brasileiro sub-15 a partir da Vila Belmiro – Gabriel Barbosa, o Gabigol, ainda não fechou o acordo. Volante técnico, mas com fama de pouco competitivo, Robertinho será submetido ao processo de formação do São Paulo para não ser um novo Casemiro.

As contratações em atacado, com mais de um time de reforços, deixam uma mensagem a nomes como Allan, Arthur, Mirrai e outros que devem perder espaço, mas também alimenta a competição que tanto falta em Cotia. Servem, ainda, como a assinatura de um atestado de incompetência após eliminações vexatórias na Copa São Paulo, na Taça BH e no Paulista Sub-17, todas em 2012. O São Paulo jogou a toalha: só formar não é o bastante.

Firulas

#1
Relação completa, com ano de nascimento. Contribuição do colega Jonatan Androwiki

Daniel Chula – volante e lateral-direito – ex-Desportivo Brasil – 1993
Lucas Evangelista – volante e meia – ex-Desportivo Brasil – 1995
Diego Carlos – zagueiro – ex-Desportivo Brasil – 1993
Adelino – atacante – ex-Guarani – 1994
Eduardo – volante – ex-Guarani – 1995
Guilherme Almeida – zagueiro – ex-Palmeiras – 1993
Bismarck – meio-campo – ex-Icasa – 1993
Gustavo Nunes – goleiro – ex-Bahia – 1994
Joelton – meia – ex-Bahia – 1993
Andinho – atacante – ex-Villa Nova-MG – 1994
Victor Juffo – meia – ex-Rio Branco-ES – 1993
Tiago Moura – atacante – ex-Rio Branco-ES – 1993
Uira de Oliveira – zagueiro – ex-Madureira – 1993
Robertinho – volante – ex-Santos – 1996

#2
Mais uma semana se passou e a CBF segue sem se posicionar para os cargos vagos após as saídas de Ney Franco e Marquinhos Santos. Faltam menos de quatro meses para o Sul-Americano Sub-20 e há grande preocupação pela falta de um comando na categoria. O principal motivo para o temor é a falta de jogadores decisivos depois da leva com Neymar, Oscar e Lucas. O trabalho de um treinador será fundamental na caça ao tetracampeonato continental.