
Sejamos práticos: Luís Fabiano retorna ao São Paulo para ser o principal camisa 9 do futebol brasileiro. Há grandes nomes, como Fred, Liedson e Loco Abreu, mas o Fabuloso inspira ainda mais confiança por suas características, experiência de Copa do Mundo como titular e por ainda reunir ótimas condições físicas - apesar da temporada prejudicada por lesões - e técnicas. E ainda por que ama os são-paulinos. Ainda tem margem na carreira para fazer valer o investimento, irrecuperável, de 7,6 milhões de euros.
O que chama tanta atenção quanto Luís Fabiano é o dinheiro investido por Juvenal Juvêncio, às vésperas de uma eleição de cartas marcadas, contrariando as próprias convicções. Salvo Cléber Santana, por quem o São Paulo gastou para contratar, a prática são-paulina foi justamente contrária nos últimos anos: contratar jogadores a custo zero, utilizando como tática de sedução boas luvas, salários e a possibilidade de brigar sempre - ou quase sempre - por grandes conquistas. Com essa estratégia, se montou o time campeão mundial de 2005, com Cicinho, Josué, Mineiro, Fabão, Aloísio e Júnior, entre outros.
A direção são-paulina, que também era contrária a hospedar jogadores de fundos de investimentos, já mudou de forma radical sua postura no ano passado. Xandão e Fernandinho (Traffic) e Willian José e Rhodolfo são exemplos de reforços adquiridos por dinheiro de terceiros. Especula-se que o São Paulo não seja o único responsável pela operação que resgata Luís Fabiano das garras de dois ferrenhos rivais de bastidores dos são-paulinos: Corinthians e Internacional.
Apesar do valor incontestável de reforços como Rhodolfo, Willian José, Rivaldo e principalmente Luís Fabiano, o São Paulo também refuta a própria tese de seguir o exemplo do Santos e montar uma equipe forte priorizando as categorias de base. É provável que Bruno Uvini, Wellington, Henrique e Zé Vítor fiquem distante dos planos para o segundo semestre, restringindo a Casemiro e Lucas um papel relevante na equipe principal.
Apesar das mudanças de conceito, Juvenal Juvêncio tem tudo para fazer o São Paulo voltar a ser um time temido pelos rivais. Com Luís Fabiano, pronto para ir atrás da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro.
O que chama tanta atenção quanto Luís Fabiano é o dinheiro investido por Juvenal Juvêncio, às vésperas de uma eleição de cartas marcadas, contrariando as próprias convicções. Salvo Cléber Santana, por quem o São Paulo gastou para contratar, a prática são-paulina foi justamente contrária nos últimos anos: contratar jogadores a custo zero, utilizando como tática de sedução boas luvas, salários e a possibilidade de brigar sempre - ou quase sempre - por grandes conquistas. Com essa estratégia, se montou o time campeão mundial de 2005, com Cicinho, Josué, Mineiro, Fabão, Aloísio e Júnior, entre outros.
A direção são-paulina, que também era contrária a hospedar jogadores de fundos de investimentos, já mudou de forma radical sua postura no ano passado. Xandão e Fernandinho (Traffic) e Willian José e Rhodolfo são exemplos de reforços adquiridos por dinheiro de terceiros. Especula-se que o São Paulo não seja o único responsável pela operação que resgata Luís Fabiano das garras de dois ferrenhos rivais de bastidores dos são-paulinos: Corinthians e Internacional.
Apesar do valor incontestável de reforços como Rhodolfo, Willian José, Rivaldo e principalmente Luís Fabiano, o São Paulo também refuta a própria tese de seguir o exemplo do Santos e montar uma equipe forte priorizando as categorias de base. É provável que Bruno Uvini, Wellington, Henrique e Zé Vítor fiquem distante dos planos para o segundo semestre, restringindo a Casemiro e Lucas um papel relevante na equipe principal.
Apesar das mudanças de conceito, Juvenal Juvêncio tem tudo para fazer o São Paulo voltar a ser um time temido pelos rivais. Com Luís Fabiano, pronto para ir atrás da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro.





