Referir-se a Roger como um jogador que pode decidir um jogo a qualquer momento é habitual. Talentoso, dono de passes milimétricos e técnica acima da média pros atuais padrões brasileiros, sua contratação por parte do Flamengo soava como alento para quem, poucos dias antes, havia vendido Renato para o Oriente Médio. Pois, 44 dias após a estréia do novo reforço, o Fla já se deu conta da bobagem de que fez.
Roger, notoriamente conhecido como um jogador pouco combativo, por vezes indolente, esteve de fora de quatro dos 12 jogos do time no período. Em oito jogos em campo, levou cinco cartões amarelos, um vermelho, teve outra lesão e não fez gols.
Seu estilo lento não combina com o atual dos grandes clubes cariocas, todos velozes e insandecidos dentro de campo. Talvez combinasse há anos atrás, mas hoje, destoa.
Sem Roger, inclusive, o aproveitamento flamenguista sobe de 45 para 58%. Números pequenos, mas que relativizam sua importância para o time, que faz boa parte de seus gols, desde que assumiu Joel Santana, em contra-ataque e sob velocidade.
O último jogo de Roger no Corinthians foi no distante dia de 11 de abril. Cerca de dez dias depois, foi afastado por Paulo César Carpegiani que, posteriormente, alegou mau comportamento do meia, dois anos antes afastado também por Daniel Passarela. O exílio do atleta durou mais de dois meses: sua estréia no Flamengo foi em 29 de julho. Ou seja, mais de dois meses fazendo, supostamente, apenas trabalhos físicos.
E eis que, pouco mais de 40 dias após sua estréia no clube carioca, Roger é afastado com o propósito de aprimorar a parte física. Após cerca de 10 minutos de treino, alegou dores de cabeça e foi embora da atividade. Hugo Colace, fez uma hora e meia de exercícios.Por essas e outras que o meia não vingou no Benfica e por todos os clubes que passou.
Roger é o tipo de jogador que extermina bons ambientes. No Corinthians em 2005, por exemplo, se negou a dividir o quarto na concentração com o garoto Élton, dizendo-se desprestigiado. Com Carpegiani, fez intrigas sobre uma lista de dispensas. O treinador gaúcho nunca mais lhe quis no clube.
Enquanto isso, grandes instituições, como o Flamengo, o contratam sob o rótulo de estrela à salários exorbitantes, desperdiçando a oportunidade de apostar em outro tipo de contratação. Ibson, por exemplo, foi um negócio absolutamente viável e útil para o rubro-negro. Roger seguirá assim, ganhando bem e cavando cartões para ter fins de semana intermináveis regrados por top models apaixonadas. O azar é de quem lhe sustenta.
Roger, notoriamente conhecido como um jogador pouco combativo, por vezes indolente, esteve de fora de quatro dos 12 jogos do time no período. Em oito jogos em campo, levou cinco cartões amarelos, um vermelho, teve outra lesão e não fez gols.
Seu estilo lento não combina com o atual dos grandes clubes cariocas, todos velozes e insandecidos dentro de campo. Talvez combinasse há anos atrás, mas hoje, destoa.
Sem Roger, inclusive, o aproveitamento flamenguista sobe de 45 para 58%. Números pequenos, mas que relativizam sua importância para o time, que faz boa parte de seus gols, desde que assumiu Joel Santana, em contra-ataque e sob velocidade.
O último jogo de Roger no Corinthians foi no distante dia de 11 de abril. Cerca de dez dias depois, foi afastado por Paulo César Carpegiani que, posteriormente, alegou mau comportamento do meia, dois anos antes afastado também por Daniel Passarela. O exílio do atleta durou mais de dois meses: sua estréia no Flamengo foi em 29 de julho. Ou seja, mais de dois meses fazendo, supostamente, apenas trabalhos físicos.
E eis que, pouco mais de 40 dias após sua estréia no clube carioca, Roger é afastado com o propósito de aprimorar a parte física. Após cerca de 10 minutos de treino, alegou dores de cabeça e foi embora da atividade. Hugo Colace, fez uma hora e meia de exercícios.Por essas e outras que o meia não vingou no Benfica e por todos os clubes que passou.
Roger é o tipo de jogador que extermina bons ambientes. No Corinthians em 2005, por exemplo, se negou a dividir o quarto na concentração com o garoto Élton, dizendo-se desprestigiado. Com Carpegiani, fez intrigas sobre uma lista de dispensas. O treinador gaúcho nunca mais lhe quis no clube.
Enquanto isso, grandes instituições, como o Flamengo, o contratam sob o rótulo de estrela à salários exorbitantes, desperdiçando a oportunidade de apostar em outro tipo de contratação. Ibson, por exemplo, foi um negócio absolutamente viável e útil para o rubro-negro. Roger seguirá assim, ganhando bem e cavando cartões para ter fins de semana intermináveis regrados por top models apaixonadas. O azar é de quem lhe sustenta.
Foto: Jornal dos Sports (capa)