O drama de que não revelamos mais talentos é constante, mas as últimas semanas têm sido ilustrativas sobre como o futebol brasileiro é uma verdadeira dádiva da natureza. É verdade que nossos jogadores não vivem o ápice na Europa, de forma geral, mas isso se deve a vários fatores que não cabem nesta dicussão. A questão é: o Brasil revela demais.
Após o vice-campeonato mundial sub-20 com os meninos classe /89 e /90, há uma geração formidável a caminho com os /91 e /92, visando a mesma competição em 2011. Os jogadores desta turma disputam um hexagonal em Punta del Este, apenas com seleções continentais. Impressiona a qualidade de gente como o goleiro botafoguense Milton Raphael, o zagueiro gremista Saimon, o volante são-paulino Wellington e o meia santista Alan Patrick. Oscar, em litígio com o São Paulo, então nem se fala.
Em conversa com o blogueiro, Rogério Lourenço, técnico da sub-20, declarou que Oscar é o jogador mais impressionante com quem já trabalhou. Nos compromissos contra Chile e Uruguai, o camisa 10 desequilibrou. Prende a bola ao pé, protege, olha mais que os outros, dribla quando precisa. Acelera e desacelera o jogo com maestria. Um craque.
Nesta mesma época, a Copa São Paulo nos brinda com mais talentos. Crystian, do Santos, e Gabriel Silva, do Palmeiras, /92 e /91 respectivamente, impressionam nas laterais. Bruno Uvine, capitão do São Paulo, um zagueiraço, destaque já na edição de 2009. No meio, olho nos "monstros" Nikão, do Santos, Jonathan, do Vasco, Wellington, do Fluminene, e João Vítor, do Flamengo. À frente, mais gente com grande capacidade: Lucas Gaúcho, outro são-paulino, Sebá, do Cruzeiro, Lucas Roggia, do Internacional.
Merece também mais espaço uma joia chamada Wellington Silva. Acionado quando o Flu perdia por 2 a 0 para o São Bernardo, o atacante mostrou que é diferente de seus pares. Desequilibrou a partida contra jogadores dois anos mais velhos (ele é um /93): fez gol do 1-2, construiu a jogada do empate - um primor! - e sofreu o pênalti da vitória e da classificação - veja o vídeo no fim do post. Em 2011, fará 18 anos e se apresentará a Arséne Wenger. Há dois anos, Wellington brilhou em Old Trafford pela Nike Cup. O treinador francês estava de olho. Azar do Fluminense, que entregou um primor de craque por uma merreca.
Após o vice-campeonato mundial sub-20 com os meninos classe /89 e /90, há uma geração formidável a caminho com os /91 e /92, visando a mesma competição em 2011. Os jogadores desta turma disputam um hexagonal em Punta del Este, apenas com seleções continentais. Impressiona a qualidade de gente como o goleiro botafoguense Milton Raphael, o zagueiro gremista Saimon, o volante são-paulino Wellington e o meia santista Alan Patrick. Oscar, em litígio com o São Paulo, então nem se fala.
Em conversa com o blogueiro, Rogério Lourenço, técnico da sub-20, declarou que Oscar é o jogador mais impressionante com quem já trabalhou. Nos compromissos contra Chile e Uruguai, o camisa 10 desequilibrou. Prende a bola ao pé, protege, olha mais que os outros, dribla quando precisa. Acelera e desacelera o jogo com maestria. Um craque.
Nesta mesma época, a Copa São Paulo nos brinda com mais talentos. Crystian, do Santos, e Gabriel Silva, do Palmeiras, /92 e /91 respectivamente, impressionam nas laterais. Bruno Uvine, capitão do São Paulo, um zagueiraço, destaque já na edição de 2009. No meio, olho nos "monstros" Nikão, do Santos, Jonathan, do Vasco, Wellington, do Fluminene, e João Vítor, do Flamengo. À frente, mais gente com grande capacidade: Lucas Gaúcho, outro são-paulino, Sebá, do Cruzeiro, Lucas Roggia, do Internacional.
Merece também mais espaço uma joia chamada Wellington Silva. Acionado quando o Flu perdia por 2 a 0 para o São Bernardo, o atacante mostrou que é diferente de seus pares. Desequilibrou a partida contra jogadores dois anos mais velhos (ele é um /93): fez gol do 1-2, construiu a jogada do empate - um primor! - e sofreu o pênalti da vitória e da classificação - veja o vídeo no fim do post. Em 2011, fará 18 anos e se apresentará a Arséne Wenger. Há dois anos, Wellington brilhou em Old Trafford pela Nike Cup. O treinador francês estava de olho. Azar do Fluminense, que entregou um primor de craque por uma merreca.






