sábado, 13 de setembro de 2008

Simplício amadureceu


Fábio Simplício deixou o Brasil pela porta dos fundos, logo após a eliminação são-paulina para o Once Caldas, na semifinal da Libertadores em 2004. Era o volante ao lado de Alexandre Rottweiler e, criticado, partiu para o futebol italiano. Com o sempre cambaleante Parma, se sobressaiu, atuando mais à frente, geralmente como armador.

Na Itália, Simplício recupera a reputação que construíra nas categorias de base do São Paulo. Companheiro de Kaká, Júlio Baptista e Hugo, entre outros, era tratado como o principal nome de sua geração.

Mais um capítulo do crescimento de Fábio Simplício na Itália se deu na tarde deste sábado, com o Palermo - clube do brasileiro pela terceira temporada consecutiva - batendo a desfalcada Roma, com sobras, por 3-1, no Renzo Barbera. Simplício, atuando entre Miccoli e Bresciano no 4-2-3-1 proposto por Davide Ballardini, mostrou visão de jogo e força física para duas assistências milimétricas. Contou, ainda, com um inspirado Cavani como centroavante.

No início do ano, estive, ao lado do amigo Mauro Beting, com Gilmar Rinaldi. Empresário de Adriano e com forte trânsito na Internazionale, o agente revelou que Simplício tinha tudo certo para vestir neroazzurro. Aparentemente, não deu certo, ou Mourinho optou por Muntari, jogador de características semelhantes. Não importa: hoje, Fábio Simplício deu a volta por cima.

Um comentário:

gerson disse...

simplíio tem ido bem lá mesmo, vi bons jogos dele.