
Incrível como o lanterna do Campeonato Brasileiro reagiu e, hoje, pode se dizer, está muito perto de escapar do rebaixamento. A organização de Cuca, o bom momento de Conca, a sede goleadora de Fred, os desempenhos dos meninos Digão, Dalton, Alan e Maicon são alguns dos motivos, somados à disposição, que devem fazer o 2009 terminar bonito nas Laranjeiras.
Mas há, também, pelo menos cinco razões extracampo. Confira:
- Salários sendo pagos. O Fluminense que atrasava, agora, tem pagado o mais em dia possível. Não são mais apenas os jogadores da Unimed que recebem corretamente, o que serviu para motivar todos. No entanto, o Flu recorreu a empréstimos bancários e, pior, entregou suas promessas por quantias miseráveis (Maicon e Alan para a Traffic, Wellington Silva para o Arsenal).
- Reestruturação do departamento de futebol. Saíram Tote Menezes, Gustavo Mendes e Alexandre Faria, que não falavam a mesma língua. Vieram outros dirigentes, inclusive Branco, e tudo mudou da água para o vinho.
- Adeus aos afastados. Luiz Alberto, Wellington Monteiro, Fabinho e Paulo César. Nenhum deles têm mais espaço sequer no banco de reservas do Fluminense, que melhorou o ambiente, sobretudo sem a presença do antigo capitão.
- A torcida em peso. A massa tricolor abraçou a recuperação da equipe, que levou, por exemplo, 65 mil torcedores contra o Palmeiras. Já é o quinto melhor do Brasileiro em média de público, apesar da campanha péssima como um todo.
- O silêncio de Horcades. Pressionado pela chance de impeachment, o presidente do Fluminense tem evitado a imprensa em alguns momentos, o que é sempre positivo quando se trata de Roberto Horcades e seus dois neurônios. Nas últimas semanas, não houve nenhuma crise nas Laranjeiras.
Mas há, também, pelo menos cinco razões extracampo. Confira:
- Salários sendo pagos. O Fluminense que atrasava, agora, tem pagado o mais em dia possível. Não são mais apenas os jogadores da Unimed que recebem corretamente, o que serviu para motivar todos. No entanto, o Flu recorreu a empréstimos bancários e, pior, entregou suas promessas por quantias miseráveis (Maicon e Alan para a Traffic, Wellington Silva para o Arsenal).
- Reestruturação do departamento de futebol. Saíram Tote Menezes, Gustavo Mendes e Alexandre Faria, que não falavam a mesma língua. Vieram outros dirigentes, inclusive Branco, e tudo mudou da água para o vinho.
- Adeus aos afastados. Luiz Alberto, Wellington Monteiro, Fabinho e Paulo César. Nenhum deles têm mais espaço sequer no banco de reservas do Fluminense, que melhorou o ambiente, sobretudo sem a presença do antigo capitão.
- A torcida em peso. A massa tricolor abraçou a recuperação da equipe, que levou, por exemplo, 65 mil torcedores contra o Palmeiras. Já é o quinto melhor do Brasileiro em média de público, apesar da campanha péssima como um todo.
- O silêncio de Horcades. Pressionado pela chance de impeachment, o presidente do Fluminense tem evitado a imprensa em alguns momentos, o que é sempre positivo quando se trata de Roberto Horcades e seus dois neurônios. Nas últimas semanas, não houve nenhuma crise nas Laranjeiras.
Um comentário:
Curioso que quando Márcio Braga diminuiu o número de declarações à imprensa o Flamengo mudou também da água para o vinho. Claro que não foi só esse o motivo do rubro-negro ter reagido no campeonato. Mas como faz bem a um clube seus dirigentes ficarem calados! Mostra que quem administra não pode se meter em questões de campo. Assim como um jogador, por exemplo, não pode interferir em eventos administrativos.
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