terça-feira, 14 de julho de 2009

Tévez e Robinho: de rivais a parceiros


Robinho era o dono do futebol brasileiro no início de 2005, até que Carlitos Tévez chegou por milhões e milhões de dólares ao Corinthians. Era a propagação de uma rivalidade que já vinha desde a final da Copa Libertadores de 2003, entre os prodígios de Santos e Boca. Se criou uma disputa sadia e interessante entre os dois jogadores, até o santista partir para o Real Madrid. A partir da próxima temporada inglesa, eles serão parceiros no Manchester City.

No total, são oito duelos entre os dois jogadores até hoje, com empate em quatro vitórias para cada. Também são dois gols para cada na série de duelos.

Com Tévez para fazer companhia a Robinho e Santa Cruz, o Manchester City passa a ter um time ainda mais forte na Premier League. A expectativa de uma campanha mais sólida é plausível, até pela chegada do ótimo Gareth Barry, ex-Aston Villa, agregando qualidade e equilíbrio ao meio-campo. Tévez é ótimo negócio para os Citizens, que uniram dois antigos rivais. Melhor pra eles.

Os duelos entre Robinho e Tévez:

Libertadores/03 (final) - Boca Juniors 2 x 0 Santos
Libertadores/03 (final) - Santos 1 x 3 Boca Juniors (1 gol de Tévez)
Paulista/05 - Santos 3 x 0 Corinthians (2 gols de Robinho)
Eliminatórias/05 - Argentina 3 x 1 Brasil
Copa das Confederações/05 - Brasil 4 x 1 Argentina
Amistoso/06 - Brasil 3 x 0 Argentina
Copa América/07 - Brasil 3 x 0 Argentina
Campeonato Inglês/08/09 - Man Utd 2 x 0 Man City (1 gol de Tévez)

2 comentários:

Gabriel Dudziak disse...

Agora me diz...

Dá pra jogar com os três? E se der...

O que fazer com Bellamy, que veio por uma grana preta, Caicedo, e provavelmente Adebayor?

Quero só ver o que vai sair daí sob o comando do Hughes.

André Renato disse...

Fiz em meu blog, ontem, um campinho com a possível formação do City. Não foi fácil.

E eu acho uma tremenda burrice caso se confirme a contratação do Adebayor, a não ser que o City tenha resolvido jogar num 4-2-4...
Vai gerar um puta descontentamento nos atacante preteridos. Sem contar, como disse o Gabriel, que sobrarão Bellamy, Caicedo, Bojinov, Mwaruwari...